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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Energia Fotovoltaica
















A energia fotovoltaica é uma boa opção de energização para áreas remotas onde não há rede elétrica, de difícil acesso, ou simplesmente para quer economizar energia e contribuir para a sustentabilidade.

O Brasil apresenta uma incidência de radiação solar média de 2500 h/a

Podemos ver como exemplo de energia fotovoltaica os radares eletrônicos que estendem-se pelas nossas estradas.

Radar com placa fotovoltaica.


O sistema é constituído da seguinte forma:

·      Placa Fotovoltaica: é composta por células fotovoltaicas que são dispositivos que conseguem transformar a energia solar em energia elétrica. Essa energia é convertida em DC (corrente continua).

Placas fotovoltaicas.


·        Controlador de carga: faz-se uso em sistemas que há o armazenamento de energia em baterias, sua função é controlar o fluxo de carga das baterias garantindo uma maior vida útil das mesmas.
Controlador de Carga.

·        Inversor: O inversor tem o papel de transformar a corrente continua (DC) em corrente alternada (AC) ou seja converte a energia que vem das placas ou baterias em 12 ou 24v para 110 ou 220v alimentando a rede.
Inversor DC / AC

Painel Inversor

          Bateria: São utilizadas para armazenar energia, ela é utilizada quando não a ligação do sistema na rede da concessionária e quando o valor não é consumido ele gera créditos junto com a concessionária.
Bateria.

    
    Equipamentos de Proteção: São eles equipamentos de proteção contra descargas elétricas, disjuntores e fusíveis.
         
Placas fotovoltaicas no telhado.

Placas fotovoltaicas no telhado.



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quarta-feira, 22 de maio de 2013

INSTALAÇÃO ILUMINAÇÃO NICHOS

PRÉ INSTALAÇÃO

Foi realizada a pré instalação da parte elétrica antes da construção dos nichos foram colocados fiação para 3 interruptores simples para comandar 5 lâmpadas dicroica.

Cabos passados para comandar as luminárias dicroica.
Cabos fixados com clamp
Instalação

Após a montagem dos nichos em drywall, foi realizado o processo de instalação da iluminação.

Nichos prontos - realizando as instalações dos transformadores 220v para 12v
Foram utilizados transformadores Philips 220v para 12v suportam lâmpadas de 20 a 40 watts.
Transformadores Philips.
Instalação soquetes  Mr16 para dicroica


Plástico termo retrátil para fazer isolação das emendas. 
Transformador instalado e arendela no lugar.

Spot Recuado c/ Moldura Orbital 360° Mini Dicroica.
Corte no Drywall para receber a caixa dos interruptores.

Fiação sendo adicionada na caixa.

Colando a caixa no drywall

Montagem interruptores simples Pial Nereya com bornes automáticos.

Detalhe do borne automático, Pial Nereya.

Espelho Pial Nereya Malt Gloss
Iluminação pronta.

Detalhe Nicho Superior.






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terça-feira, 30 de abril de 2013

Curso de Eletricista Predial


    Montando quadro de comando no curso de Eletricista predial no Senai.

   O projeto abaixo é composto de 2 motores trifásicos 380v, 2 contactoras, 2 reles de sobrecarga, 2 disjuntores tripolares, 2 seletores bilaterais, 1 boia elétrica, 2 sinaleiros verdes e 2 sinaleiros vermelhos.

Diagrama unifilar - Projeto Senai

Quadro de comando

Parte traseira da tampa do quadro de comando



Motores

Chaves seletoras e sinaleiros

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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Tipos de Lâmpada - Parte 02

Lâmpadas Florescentes

   As lâmpadas florescentes são lâmpadas de vapor de mercúrio de baixa pressão, é são constituídas por um tubo de descarga alongado com um eletrodo em cada ponta (extremidade) no qual em contato com o gás dentro da lâmpada produz radiação ultravioleta que em combinação com uma substância florescente torna-se visível.

   Podem ser conseguidos diversos tons de iluminação trocando as substâncias florescentes, os tons mais comuns são o branco quente, branco neutro e o branco luz do dia ou branco frio.



   As lâmpadas florescentes necessitam de um quinto da energia que uma lâmpada incandescente necessita para funcionar e sua vida útil também é muito maior enquanto uma incandescente dura cerca de 1.000 horas uma florescente dura de 5.000 a 45.000 horas e podemos encontrá-las nos mais variados formatos.

   Para fazer sua instalação necessitamos de um reator que vai limitar a energia na lâmpada e fornecer as condições necessárias para que a lâmpada funcione podemos encontrar reatores eletromagnéticos   e eletrônicos.


 



Lâmpadas de Led

   Led = Light Emitting Diode ou em português diodo emissor de luz, o led muito conhecido nos componentes eletrônicos esta entrando com toda força na iluminação residencial, grandes fabricantes estão investindo na adaptação de LED's para os soquetes convencionais como e27, tornando-se assim menos complicado tem uma lâmpada de led em casa.

LED













Vamos conhecer alguns modelos de lâmpadas em LED.

Lâmpada T8 
 
   Dependendo do modelo do fabricante com as lâmpadas T8 podemos substituir as lampadas T8 de 20w. Podemos ligar elas diretamente na rede Ac sem a necessidade de reatores e transformadores.
As lâmpadas T8 podem gerar uma economia de 80 % em relação as lâmpadas florescentes.

Lâmpadas T8 substituem as lâmpadas convencionais de 20W.














Lâmpada E27

As lâmpadas com soquete e27 são as mais comuns de serem encontradas nas residencias são as famosas gastadeiras de energia (Incandescentes e Halógenas); já bem popularizadas também temos as florescentes com soquete e27.
Se compararmos a lâmpada de led com uma incandescentes a diferença chega a 90% sem contar a durabilidade que chega há 80.000 horas contra 1000horas das incandescente.
Lâmpadas com soquete e27.







Lâmpadas Gu10

São o padrão novo para as lâmpadas dicroica, encontramos a lâmpada Gu10 em 12v, 220v, 110... para usar em 12v volts necessitamos de um transformador 12v, para 110 e 220v dependendo da tensão da sua região podemos ligar diretamente o soquete na rede.


Led com soquete Gu10
Led com soquete Gu10


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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Condutores - Parte 02


  Em função de suas propriedades elétricas, térmicas, mecânicas e custos, o cobre e o alumínio são os metais mais utilizados desde os primórdios da indústria de fabricação de fios e cabos elétricos. A prática nos leva a observar que, quase sempre, as linhas aéreas são construídas em alumínio e as instalações internas são com condutores de cobre. De acordo com a norma de instalações elétricas de baixa tensão, a NBR 5410, é proibido o uso de alumínio em instalações residenciais. 

   As três principais diferenças entre o cobre e o alumínio são: condutividade elétrica, peso e conexões.

Peso

  A densidade do alumínio é de 2,7 g/cm3 e a do cobre de 8,9 g/cm3. Se calcularmos a relação entre o peso de um condutor de cobre e o peso de um condutor de alumínio, ambos transportando a mesma corrente elétrica verifica-se que, apesar de o condutor de alumínio possuir uma seção cerca de 60% maior, seu peso é da ordem da metade do peso do condutor de cobre. 
Flexibilidade dos condutores elétricos
  
Um condutor elétrico pode ser constituído por uma quantidade variável de fios, desde um único fio até centenas deles. Essa quantidade de fios determina a flexibilidade do cabo. Quanto mais fios, mais flexível o condutor e vice-versa.

  Para identificar corretamente o grau de flexibilidade de um condutor, é definida pelas normas técnicas da ABNT na chamada classe de encordoamento. De acordo com essa classificação apresentada pela NBR 36880, são estabelecidas seis classes de encordoamento, numeradas de 1 a 6. A norma define ainda como caracterizar cada uma das classes, o que está indicado na coluna “características” da tabela 2. 






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